Seja honesta sobre onde você ganha e onde você perde
Loja de moda em BH disputa atenção com Instagram, com marketplace e com fast fashion internacional. Em preço e em volume você não ganha, e quem te prometer isso está vendendo ilusão.
Mas existem três coisas que nenhum deles entrega: provar antes de comprar, levar hoje, e trocar sem drama. Isso não é pouco. É exatamente o motivo pelo qual loja física continua existindo.
A busca que traz esse cliente é local e específica: "loja de vestido de festa no Savassi", "roupa fitness em BH", "moda plus size Belo Horizonte", "onde comprar terno em BH". Quem digita isso quer ir hoje.
Onde eu concentro o trabalho
Duas frentes. O termo da loja com a região, e páginas por categoria de produto e ocasião: festa, casamento, trabalho, academia, plus size, infantil. A ocasião é o que a pessoa digita, não a marca.
E o recorte por bairro pesa, porque a pessoa quer saber se dá para passar ali na saída do trabalho. "Loja de roupas no Savassi" é uma busca de quem já está decidida.
A ficha do Google é o pilar aqui, com fotos atuais, horário certo e a informação de estacionamento, que decide mais compra do que se imagina.
O que entra no trabalho
- Páginas por categoria e por ocasião de uso
- Recorte por bairro e por região atendida
- Informação prática: horário, estacionamento, formas de pagamento
- Integração com o Instagram, sem depender só dele
- Ficha do Google Meu Negócio com fotos atualizadas
- Estrutura para aparecer nas buscas de "perto de mim"
- Site rápido no celular, que é onde tudo acontece
- Relatório mensal do que trouxe gente para a loja
Se você ainda não tem site
Loja de moda tem duas situações bem diferentes, e a resposta muda. Se você vende na loja física, comece pela ficha do Google, que é o que traz gente até a porta, e deixe o site para depois.
Se você quer vender online, aí é loja virtual de verdade, com pagamento e frete, não um site institucional. São projetos de tamanho diferente, e eu digo qual dos dois é o seu caso antes de orçar.
O que eu digo antes de fechar
Se o seu plano é competir em preço com marketplace, SEO não resolve e nada resolve. O caminho é ocupar as buscas locais e de ocasião, onde o marketplace não entrega e o Instagram não aparece.
E aqui a ficha do Google costuma trazer mais movimento que o site. Se o orçamento for curto, comece por ela. As páginas de categoria e bairro sobem em semanas, e o termo amplo leva mais tempo.
Perguntas frequentes
Preciso de e-commerce?
Nem sempre, e essa é uma decisão cara para tomar errado. Se a sua venda é de provar e levar, um site que traz gente para a loja rende mais que uma loja virtual parada. E-commerce faz sentido quando você já tem demanda de fora da sua região.
O Instagram não basta?
O Instagram serve para quem já te segue. O Google serve para quem está procurando agora e não te conhece. São públicos diferentes, e quem depende só do Instagram fica refém do alcance da plataforma, que muda quando ela quer.
Vale a pena aparecer em "roupas femininas BH"?
É um termo amplo e disputado, e traz gente que ainda está olhando. Eu prefiro mirar as buscas de ocasião e de bairro, que trazem quem já decidiu. O termo amplo entra no plano, mas não é por onde eu começo.
Como aparecer no "perto de mim"?
Isso vem da ficha do Google, não do site: categoria certa, endereço exato, horário atualizado, fotos recentes e avaliações. É gratuito e é o que mais traz gente para loja física.
Esta é uma das páginas de SEO local em BH. O método e o que está incluído são os mesmos; o que muda é o mercado. Se o seu caso for outro, veja também SEO para produtora de eventos.