Metade dos problemas de SEO nasce na construção
Muito site chega até mim já pronto, bonito, e impossível de posicionar. Título que se repete em todas as páginas, endereço que muda sozinho, imagem de dois megabytes, conteúdo que só aparece depois que o navegador executa dez arquivos.
Nenhum desses problemas se resolve com plugin de SEO. Eles nasceram na construção e só se resolvem lá.
Estrutura técnica não é enfeite de programador. É o que decide se o Google consegue ler, entender e classificar o que você publicou.
O que eu cuido no desenvolvimento
Velocidade real, medida em celular e em conexão ruim, não em teste de laboratório. Endereços limpos e permanentes, que não quebram quando o conteúdo muda. Título e descrição próprios em cada página. Dados estruturados para o Google entender o que a página é.
E o que quase ninguém faz: linkagem interna pensada, sem deixar nenhuma página órfã. Página que não recebe link de nenhuma outra existe para o Google mas nunca sobe, porque não recebe força de lugar nenhum.
Acessibilidade também entra, e não é só correção: contraste, navegação por teclado e leitura por leitor de tela melhoram a experiência de todo mundo e são lidos como sinal de qualidade.
O que está incluído
- Estrutura de endereços permanente e limpa
- Título e descrição próprios em cada página
- Dados estruturados conforme o tipo de página
- Otimização de imagem e de carregamento
- Sitemap e robots configurados e testados
- Linkagem interna sem página órfã
- Analytics e Search Console instalados e verificados
- Certificado de segurança e redirecionamentos corretos
Como eu trabalho
Você acompanha o processo em vez de receber tudo pronto no fim. Vê a estrutura antes do desenho, lê os textos antes da montagem, e testa num endereço provisório antes de publicar.
E quando o site substitui um antigo, os endereços antigos são redirecionados, um a um. Migração sem redirecionamento joga fora a autoridade que você levou anos construindo, e é o erro mais caro que existe nessa área.
Perguntas frequentes
Qual tecnologia você usa?
Depende do projeto. Para site institucional, geração estática, que é mais rápida e mais segura. Para quem precisa publicar muito e com autonomia, WordPress bem enxuto. A escolha vem do que você vai fazer com o site, não da moda.
O código fica comigo?
Fica. Repositório no seu nome, domínio no seu nome, arquivos seus. Se um dia você quiser levar para outro fornecedor, leva tudo organizado. Não prendo cliente por senha.
Você refaz site que já existe?
Refaço, mas só depois de medir. Muitas vezes o site atual tem conserto e sai bem mais barato. Eu meço velocidade, estrutura e indexação antes de recomendar refazer, mesmo quando refazer me pagaria mais.
E se eu já tenho tráfego no site antigo?
Aí o cuidado com a migração é o item mais importante do projeto. Cada endereço antigo precisa apontar para o equivalente novo. Eu monto esse mapa antes de publicar e confiro depois, porque errar isso apaga anos de trabalho.
Esta é uma das páginas de criação de sites em BH. O método e o que está incluído são os mesmos; o que muda é o mercado. Se o seu caso for outro, veja também site estático.